Notícias e informações relevantes para os moradores da região noroeste da cidade de São Paulo

Campanha contra a dengue é intensificada na região noroeste

São Paulo já registra mais de quatro mil casos da doença em 2019

Mosquito da dengue e zika. Foto: Pixabay

Publicado às 11h50

Por Cristina Braga

verão é o período do ano mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti devido às chuvas, que são frequentes. Trata-se da época de maior risco de infecção por doenças como zika, dengue e chikungunya. As ações de combate ao mosquito e eliminação dessas arboviroses acontecem por diversas formas. A principal delas é a atuação consciente e permanente da população.

Na região noroeste, foram diagnosticados 11 casos entre janeiro e fevereiro de 2019. Desse total, quatro foram localizados nos Alpes do Jaraguá. “O mosquito Aedes aegypti depende da conjunção de dois fatores fundamentais para a proliferação: a ocorrência de calor e de chuvas. Por isso, nosso apelo à população
da região para que nos ajude nesta luta contra o mosquito. Precisamos prestar atenção nos vasos de plantas que acumulam água, recipientes que são usados para os pets, tampinhas de garrafa, copos plásticos e pneus”, aponta Wagner Fracini, supervisor técnico de Saúde de Pirituba/Jaraguá.

Fracini destaca ainda que o descarte irregular de lixo contribui, e muito, para a proliferação do inseto. “As arboviroses não têm vacina, e a única maneira de se prevenir é por meio do combate ao Aedes”, enfatiza. O
alerta não é à toa: todas essas doenças podem ter formas leves, moderadas ou graves. Nos casos mais severos, além de demandarem internação hospitalar, há risco de óbito devido às complicações.

Atenção: caixas d’água descobertas ou mal vedadas

Outro ponto a ser observado na prevenção é o telhado. As caixas d’água precisam estar bem vedadas e tampadas. Fracini lembra que, em Pirituba/Jaraguá, os agentes ambientais atuam em parceria com os agentes comunitários de saúde para telar as caixas, sem custo para os munícipes. “Provisoriamente, as telas
protegem as caixas até que possam ser substituídas por uma tampa definitiva para que não se tornem foco de proliferação”, avalia.

Deixe uma mensagem

Seu e-mail não será publicado.