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Prédios residenciais também precisam combater o Aedes aegypti

Estado de São Paulo registra quase cinco mil casos de dengue em 2019

Portal dos Bandeirantes. Foto: Reprodução/Wix

Publicado às 10h30

Por Cristina Braga

Devido à grande concentração de pessoas e à quantidade de áreas externas que podem acumular água, os condomínios residenciais podem conter focos de proliferação do Aedes Aegypti, mosquito transmissor de arboviroses como dengue, chikungunya e zika.

Segundo a gerente de relacionamento da administradora de condomínios Lello, Angélica Arbex, a melhor
forma para evitar a proliferação do mosquito é conscientizar os moradores e funcionários sobre a importância de adotar medidas de prevenção dentro e fora do condomínio.

Para Angélica, o síndico tem papel fundamental nesse trabalho e sua responsabilidade é zelar pelas áreas comuns do condomínio, garantindo que todos os objetos que possam acumular água sejam cobertos ou removidos. “Piscinas, calhas, lajes, marquises, ralos, caixas d’água e fossos de elevadores também devem ser inspecionados regularmente”, recomenda.

Para orientar a população condominial sobre os principais cuidados que devem ser tomados a fim de evitar criadouros do Aedes, a Lello produziu um mural, disponível em seu blog, que pode ser impresso e fixado em lugares de grande circulação de pessoas dentro do condomínio, como, por exemplo, no hall de entrada, elevadores e portaria.

Números em alta

Conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde, somente no mês de janeiro foram confirmados 4.595 casos de dengue em São Paulo. No país, o número de casos cresceu 264%. Os óbitos pela doença também aumentaram 67%, entre 30 de dezembro e 16 de março de 2019, em comparação ao mesmo período de 2018, sendo a maior concentração no Estado de São Paulo.

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