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Viaduto que cedeu na Marginal Pinheiros deve ser reaberto para carros em 18 de março, diz Prefeitura

Gestão municipal fará testes com carga no carnaval. Ainda não há previsão para a liberação da circulação de ônibus e caminhões. Prefeito Bruno Covas acompanhou obras no local na manhã desta terça (18)

Viaduto cedeu na Marginal Pinheiros. Foto: TV Globo/Reprodução

Publicado às 11h30

G1 São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) disse, na manhã desta terça-feira (12), que o viaduto da pista expressa da Marginal Pinheiros, próximo ao Parque Villa Lobos, na Zona Oeste, deverá ser reaberto para a circulação de carros no dia 18 de março. O viaduto cedeu no dia 15 de novembro do ano passado. Ainda não há previsão para a liberação da circulação de ônibus e caminhões.

“Os técnicos acham hoje que durante essas obras de manutenção vai ser possível utilizar o viaduto por carros leves. Nós vamos fazer um período de testes durante o carnaval para poder confirmar isso”, disse o prefeito.

A Prefeitura fará testes com carga no carnaval. A estimativa inicial, anunciada no final de 2018 pela gestão municipal, era a de que as obras fossem finalizadas em maio.

Obras

Covas esteve no local na manhã desta terça (12) acompanhado pelos secretários Vitor Aly, de Infraestrutura Urbana e Obras, Edson Caram, Mobilidade e Transportes, do diretor-presidente da CET, Sebastião Ricardo e do subprefeito de Pinheiros, João Grande.

Ainda de acordo com Covas, com o fim das obras emergenciais, um edital para contratar empresas para as obras de manutenção deverá ser publicado pela Prefeitura na próxima semana.

“Como são obras de manutenção, e podem ser feitas com o viaduto já sendo utilizado, a gente não consegue justificar a contratação emergencial”, afirmou.

O prefeito disse que o custo das obras de manutenção ainda não está definido. “Deve ficar em torno de R$ 10 [milhões] o preço das ações de manutenção, mantendo o custo total de R$ 30 milhões. Vamos aguardar o resultado da licitação, sempre pode ter uma empresa ofertando um valor menor”.

O custo da etapa emergencial foi de R$ 19,9 milhões.

viaduto cedeu cerca de dois metros na madrugada do dia 15 de novembro de 2018. Até hoje a pista expressa está bloqueada na região. Desde novembro o Ministério Público apura a responsabilidade da Prefeitura de SP pelo problema.

No momento da ruptura do elevado, por volta de 3h30, poucos motoristas trafegavam pela via. Um deles teve escoriações leves e cinco carros ficaram danificados.

No final de 2018, a Prefeitura de São Paulo apresentou o plano das obras para recuperar o viaduto. A estimativa é a de que sejam gastos R$ 30 milhões para reparo da estrutura, menos da metade dos R$ 70 milhões orçados para a construção de um novo viaduto, que levaria de 2,5 a 3 anos, segundo a Prefeitura.

As obras incluem: alargamento da cabeça dos pilares em todo viaduto, reconstrução dos pilares afetados, reparo das vigas e de outros dois pontos afetados.

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